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Braga vence no restelo
Domingos Paciência a partir do banco deu uma grande lição de táctica no Restelo. O treinador soube superar bem as adversidades do jogo e mexer na equipa de ...

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  • Moisés: «Nunca vi algo assim»
    admin
    Escrito por Nuno 1 Bitaite
    Inserido em: Fevereiro 9, 2010

    Moisés foi um dos protagonistas da noite. O defesa do Sp. Braga viu dois cartões amarelos, e respectivo vermelho, por duas faltas cometidas na mesma jogada. No final, o brasileiro não escondeu a indignação. “Num lance em que as imagens mostram que não foi penálti, acabei expulso. Nunca vi algo assim, um atleta ser penalizado com dois cartões no mesmo lance”, lamentou o central.

    No entanto, Moisés não quer acreditar numa perseguição ao Sp. Braga e evita mesmo entrar em polémicas: “É difícil interpretar a decisão do árbitro. Não posso dizer que estão a empurrar-nos, não comento essas questões. Há pessoas responsáveis para isso.”

    Quanto à candidatura dos arsenalistas ao título, o central, de 30 anos, responde: “Estamos a brigar pelo primeiro lugar e, dentro do campo, vamos continuar a demonstrar o nosso futebol. Claro que é um sonho poder ser campeão, ninguém duvide disso, mas ainda falta muito campeonato, há muitos jogos pela frente. Mas, se perguntarem a qualquer jogador, todos querem ser campeões.” In Record

    Moisés: «Nunca vi algo assim»
  • Sporting Braga continua em alta
    nuno
    Escrito por José 3 Comments
    Inserido em: Fevereiro 9, 2010

    Mais uma jornada passada e o Sp. Braga não desarma da frente.
    A jogar reduzido a 10 jogadores por expulsão de Moisés por uma falta inexistente que resultou em penalti para a equipa de Belém. Eduardo defendeu o castigo máximo. Foi determinante Eduardo, justificando cada vez mais o estatuto de “dono” da baliza lusa para o Mundial.
    Domingos Paciência mostrou mais uma vez as suas qualidades como treinador, reorganizando a equipa levando à vitória. Mais um triunfo dos “arsenalistas do Minho” que encurtam a vantagem do Benfica para um ponto, tendo os encarnados de Lisboa um jogo a mais. O Spoorting de Braga vencendo o próximo jogo em casa, poderá dar-se “ao luxo” de perder no Dragão e continuar a depender em exclusivo de si próprio para ser campeão.
    Domingos tem sabido gerir o plantel, tem arte e engenho para motivar os seus jogadores e uma excelente e sempre atenta leitura do jogo. Outros palcos o aguardam, não é apenas uma promessa da nova vaga de treinadores, antes um excelente treinador. Quem sabe se já na próxima época não treina o seu clube de coração? Creio que sim.
    O Sp. Braga está desde a jornada 1 na frente, os pontos do benfica conquistados com União Leiria só podem ser contabilizados na 20 jornada.
    E não se trata de mero acaso, sorte ou demérito dos adversários, o Sp. de Braga tem feito por merecer.
    Já não se trata da equipa sensação, é o mais sério candidato ao título.

    Sporting Braga continua em alta
  • Braga vence no restelo
    admin
    Escrito por Nuno 1 Bitaite
    Inserido em: Fevereiro 8, 2010

    Domingos Paciência a partir do banco deu uma grande lição de táctica no Restelo. O treinador soube superar bem as adversidades do jogo e mexer na equipa de forma acertada para garantir hoje uma importante vitória.

    Quem olha para o resultado final desta partida, não percebe como terá o Sporting de Braga jogado desde o primeiro quarto de hora com menos um jogador.

    Mas a verdade é que isso aconteceu mesmo por culpa do central Moisés. O bracarense cometeu dupla asneira na primeira parte, fazendo duas faltas para amarelo na mesma jogada, o que deu origem à sua expulsão e a uma grande penalidade a favor do Belenenses.

    A história da partida bem podia ter sido outra se Lima tivesse convertido com sucesso o castigo máximo, mas nesse momento-chave do jogo surgiu pela primeira vez o herói da equipa minhota desta noite: o guarda-redes Eduardo.

    O internacional português negou o golo do Belenenses com uma grande defesa.

    Nessa altura, Domingos Paciência mexeu na equipa sacrificando o avançado Meyong para fazer entrar o central Paulão.

    Como se esperava, o Belenenses partiu nesta altura do jogo para cima do Braga, mas a defesa minhota mostrou-se intransponível, tendo o seu elo mais forte em Eduardo que defendeu tudo o que havia para defender.

    Domingos Paciência voltou a ler bem o jogo pouco tempo depois fazendo entrar Matheus, um jogador mais rápido para o contra-ataque, tirando Hugo Viana.

    O Braga aguentou o resultado até ao minuto 45 da primeira parte e depois com uma eficácia a toda a prova Paulo César, já nos descontos, apontou de cabeça o primeiro golo da partida.

    O segundo tempo começou com Matheus a justificar a sua entrada em campo da melhor forma. O avançado, num rápido contra-ataque, correu pela esquerda, fugiu ao seu opositor directo e, perante Bruno Vale, rematou colocado, fazendo o segundo da partida.

    Apesar do resultado, o Belenenses continuava inclinado para o ataque e Eduardo continuava a dar espectáculo.

    O técnico do Braga voltou então a mexer. Domingos vendo a lentidão dos defensores da equipa do Restelo decidiu lançar Rentéria para o ataque no lugar de Paulo César.

    O colombiano agradeceu a confiança do treinador com um golo de belo efeito. O defesa Marcos António perde a bola em zona proibida, Rentéria aproveita da melhor forma, encaminha-se para a baliza contrária e, perante a saída de Bruno Vale, aplica-lhe um “chapéu” que só parou no fundo da baliza do Belenenses.

    O 3-0 mostrava bem a diferença existente entre as duas equipas, principalmente na hora de marcar.

    O Belenenses ainda conseguiu reduzir por Yontcha aos 34 minutos, mas já nada havia a fazer.

    A equipa lisboeta afunda-se cada vez mais no último lugar, ao passo que o Sporting de Braga continua na peugada do Benfica, que tem mais um jogo.

    Braga vence no restelo
  • O caso Paula
    nuno
    Escrito por Bruno Correia 6 Comments
    Inserido em: Fevereiro 8, 2010

    Já passaram mais de 10 anos desde que o célebre “Caso Paula” ganhou notoriedade pública. Recorde-se que este teve como origem uma reportagem da SIC emitida no programa Os Donos da Bola, a 2 de Maio de 1997, com base em depoimentos de intervenientes directos e indirectos dos acontecimentos da noite em que, alegadamente, no hotel Atlantic Garden, onde a selecção estagiava para o decisivo Portugal – República da Irlanda, da fase de qualificação para o Euro-2006 (a partida foi disputada em 2005), teria ocorrido uma orgia envolvendo diversos jogadores e várias prostitutas brasileiras. Nessa reportagem, uma prostituta brasileira, Angélica Cristina Ribeiro, apresentada com o nome fictício de Paula, relatou como é que vários jogadores se envolveram num autêntico bacanal com ela e outras colegas, que culminou em cenas de pancadaria. A exibição do programa foi na altura recorde de audiências (um milhão e duzentas mil pessoas) e levantou um enorme celeuma a nível nacional. Em pleno directo, estalou o verniz nos estúdios da SIC, com muita confusão envolvendo Pôncio Monteiro (chegou a chamar “parvo” ao chefe do departamento de Futebol do Benfica na altura, Gaspar Ramos), então comentador no programa, Jorge Schnitzer, editor de desporto do canal e Avelino Ferreira Torres, convidado naquela edição.

    O programa baseou-se no depoimento dos intervenientes daquela noite. Uma das prostitutas, a já citada “Paula”, descreveu em pormenor algumas das peripécias, desde o consumo de haxixe por parte dos jogadores até agressões físicas a algumas das prostitutas. Ela própria se assumiu como uma das vítimas, alegando ter sido obrigada a receber tratamento hospitalar. E não se coibiu de denunciar os nomes dos diversos intervenientes, desde o seleccionador nacional na altura, António Oliveira, acusado de ter “apadrinhado a operação”, até aos jogadores Secretário, Fernando Couto e Vítor Baía, passando pelo adjunto de Oliveira, Joaquim Teixeira, que teria “recrutado” as prostitutas num conhecido clube nocturno da capital.

    Na sequência das declarações efectuadas no programa, resultaram vários processos em tribunal. Secretário, vítima de humilhação pública com insinuações de natureza sexual no mínimo pouco abonatórias por parte de “Paula” avançou com uma queixa-crime contra a SIC. Joaquim Teixeira reclamou uma indemnização elevada, argumentando ter sido ofendido na sua dignidade e bom-nome, bem como ter sido vítima de prejuízos de natureza material, psicológica, familiar e profissional. António Oliveira também moveu um processo judicial contra a estação de Carnaxide, que seria julgado em 2000. Oliveira exigiu na altura 500 mil euros de indemnização mas o tribunal acabou por condenar a estação a uma pena simbólica de 25 mil euros. O impacto da reportagem foi tal que nem o Presidente da República à data dos factos, Jorge Sampaio, passou à margem deste caso, ordenando uma investigação profunda.

    O “Caso Paula” esteve ainda na origem de declarações caricatas do médico do Porto, José Carlos Esteves. Na sequência do internamento de António Oliveira (teve um problema cardíaco que foi atribuído ao stress causado pela reportagem), o médico azul e branco soltou esta pérola. “Assistimos pela primeira vez na História do Homem a uma tentativa de homicídio por meios audiovisuais, quase concretizada”.

    O caso Paula
  • JEB regressa!
    admin
    Escrito por Nuno 2 Comments
    Inserido em: Fevereiro 8, 2010

    Há alguns dias no Brasil, onde gozou um período de férias, José Eduardo Bettencourt regressou hoje a Lisboa e em declarações à Renascença, disse saber como está a equipa.

    “Infelizmente, estou a par de tudo”, disse o dirigente leonino

    José Eduardo Bettencourt adiantou, ainda, que vai ter uma conversa normal com a equipa e posteriormente tomará “uma posição” sobre o momento que o Sporting atravessa.

    A equipa leonina, que chegou a conseguir sete vitórias consecutivas em competições oficiais, não vence há três jogos (derrotas em Braga por 1-0, no Dragão, para a Taça de Portugal, por 5-2 e sábado em Alvalade, com a Académica, por 2-1).

    JEB regressa!
  • Como adicionar um avatar e Nova política de comentários
    admin
    Escrito por Nuno Mande um bitaite
    Inserido em: Fevereiro 8, 2010

    Tendo em conta os desenvolvimentos recentes, em que o aumento de comentários sem valor, e as ofensas gratuitas tem crescido significativamente. Situação que se torna bastante ingrata para quem contribui para este espaço. Muito devido ao crescimento enorme que este espaço tem tido nos últimos meses, a administração vê-se assim obrigada a ter que apertar o cerco aos delatores.

    Sendo assim foi criada uma política de comentários, que vamos passar a seguir à risca. Podem encontra-la aqui.

    Como inserir um avatar/imagem nos comentários

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  • Rui Patrício comparado a Vítor Baía
    ac99
    Escrito por Carlos Gandra 11 Comments
    Inserido em: Fevereiro 8, 2010

    Antes de mais, devo dizer que a posição de guarda-redes é a que mais me apaixona no futebol. Quando jogo com amigos é para a baliza que vou, desde pequenino, modéstia à parte não me saio mal. O meu pai foi guarda-redes muitos anos no Desportivo de Portugal e ainda hoje, com 52 anos, entre amigos, continua a sair aos pés e tapar ângulos. É a posição mais ingrata em campo mas na minha opinião (e na dele) a mais fascinante. Por isso, são os guarda-redes aqueles que mais aprecio num jogo de futebol, desde os regionais aos finalistas da Champions.

    Na imprensa de hoje, o jornal O JOGO decidiu sair em defesa do jovem guarda-redes do Sporting, juntando à peça jornalística o comentário de 3 ex-donos da baliza. Eu concordo que na idade do Rui e com a responsabilidade que tem nas luvas, sejam necessários incentivos. Mas não posso concordar com “palas nos olhos”.

    Um outro Rui, Rui Correia, ex guarda-redes do Porto, disse que as pessoas deviam “puxar a cassete atrás uns anos” e avaliar as exibições do Vítor Baía, nos primeiros anos da sua carreira na baliza dos dragões, dando a entender que os frangos e as más exibições do Rui Patrício aconteceram de igual modo com o Baía. Isto seria uma boa notícia: o Rui Patrício teria um futuro brilhante e honestamente até espero que sim. Mas não acredito.

    Segui o conselho do Rui Correia e puxei a cassete atrás. Literalmente, porque quando o Vítor chegou à baliza do Porto, eu tinha 4 anos de idade, então peguei nas VHS que o meu pai tem em casa guardadas, que saíam no final de cada época desportiva com os resumos dos jogos dos 3 grandes e comecei a ver, principalmente, os golos que o Porto sofria, que nunca foram muitos naturalmente.

    Vi frangos. Vi golos sofridos que não eram frangos mas onde o Baía podia ter feito mais. Mas vi poucos e não vi só isso. Vi, já na sua juventude, uma postura de guarda-redes exemplar, elegância, posicionamento, voz de comando, naquele miúdo que, na idade do Rui Patrício, acaba um jogo contra o Benfica e diz “praticamente nem tive de me sujar”. Nesse mesmo jogo, fez duas ou três saídas a cruzamentos fora da pequena área com uma elasticidade e uma segurança extraordinárias. Não soca, não larga, segura quer junto à linha quer na área de penalty.

    Ora eu não vejo nada disso no Rui Patrício sinceramente. E ele tem tudo para ser o melhor: está na baliza de um grande clube português, tem a confiança cega dos treinadores do Sporting (Paulo Bento lançou-o e Carvalhal nem na Taça da Liga abdica dele), tem o apoio de todos os colegas ao ponto de, como o Liedson, se virarem contra o próprio público em defesa dele, tem a confiança dos seleccionadores nacionais (Scolari e Queirós convocaram-no), tem uma boa imprensa que muitas vezes o elogia e lhe fez uma boa peça na comemoração dos 100 jogos, em suma, ele tem aquilo que todo o jovem guarda-redes sonha. Mas não aproveita.

    O Carvalhal deixou no ar a questão em tom de defesa do seu pupilo: qual foi o guarda-redes que nunca teve uma noite infeliz? Eu respondo, nenhum. Mas uma vez não são vezes. Voltando ao Vítor Baía, no ano em que ganhou a Champions e foi considerado o melhor guarda-redes da Europa, fez um jogo absolutamente desastroso frente ao Gil Vicente e esse eu vi em directo. Perdemos 2-0, podíamos ter perdido pelo dobro tal o rol de disparates. Mas nessa mesma época deve ter sofrido mais um frango apenas. No resto dos jogos foi o justamente titulado melhor guarda-redes da Europa. E teria sido campeão também no Europeu de futebol não fosse a birra do Scolari.

    Os últimos dois jogos (Porto e Académica), não seriam graves se fossem casos isolados, mas só esta época, consigo contar mais de uma dezena de golos sofridos por culpa directa do Rui Patrício. Numa só época e que ainda está longe de terminar, é muito, é demasiado, admite-se (com o devido respeito) a um guarda-redes do Paços de Ferreira, da Académica, do Leixões, mas nunca de um candidato ao título. Aprecio sinceramente o facto do Rui Correia querer encorajar o Rui Patrício. Mas não o comparem ao Vítor Baía. Nem ao Bento. Nem ao Damas. Sinceramente, nem ao Quim.

    Rui Patrício comparado a Vítor Baía